PROJ. EDUCAÇÃO CORPO & MOVIMENTO

Curso de Pedagogia



EDUCAÇÃO DO CORPO E DO MOVIMENTO




Projeto: Jogos Recreativos Sensoriais





Professora Drª: Márcia Ambrósio Rodrigues Rezende
Alunos: Ana Flávia, Eliane Ferreira, Laura Lili,
Neide Almeida, Reginaldo Silva

Polo Alterosa
Março 2013

SUMÁRIO

  1. INTRODUÇÃO

    Os jogos sensoriais foram destinados a estimular os diferentes sentidos, de forma que os mesmos possam se desenvolver satisfatoriamente no decorrer da vida da criança. Na educação infantil, percepções visuais, táteis, auditivas, gustativas e olfativas, devem ser trabalhadas e desenvolvidas pelo professor educador. Esta abordagem deve ser feita em conjunto com as habilidades e o envolvimento dos domínios do esquema corporal, da coordenação motora, da relação espaço-tempo e da lateralidade. Estes domínios são utilizados pela criança em toda fase de sua vida, do desenvolvimento de sua escrita até sua estabilização profissional. Os jogos sensoriais contribuem para a formação do futuro adulto. É o que descrevem alguns pesquisadores sobre o trabalho de Maria Montessori (LEIFT,1978).

    Os Jogos sensoriais  são jogos destinados aos estímulos dos sentidos humanos. O cérebro tem papel fundamental no processo perceptivo dos alunos. O jogo deve propiciar um clima de segurança, confiança e descontração onde os alunos se sintam a vontade. Deve se evitar qualquer tipo de situação que desvalorize o esforço e o desempenho dos alunos. Todo movimento envolve um elemento de consciência que percebido de algum tipo de estimulo sensorial. O desenvolvimento da percepção do individuo depende em parte da atividade motora. Todos os movimentos envolvem o uso de um ou mais sistema sensorial. Então, já que a percepção e habilidade motora estão sempre muito próximas, tornam-se um ótimo recurso para se trabalhar nas escolas, principalmente nas instituições de educação infantil.

    Como podemos estimular a parte sensorial e principalmente a visual de alunos surdos? Quais os meios práticos para tais situações? Quanto aos jogos e brincadeiras: o lúdico faz parte deste “mundo”, o “mundo” de crianças surdas? Como elas brincam?

    “A utilização dos brinquedos durante a atividade lúdica já foi estudada por autores da corrente histórico-cultural mostrando que o instrumento promove a transição de uma ação vinculada às restrições impostas pelo ambiente imediato...” (SILVA, 2002, p.76) Por terem seu canal de aprendizagem visuo-espacial, todos os sujeitos surdos e principalmente as crianças fazem aquisição do mundo letrado através dos recursos visuais, de jogos e brincadeiras que estimulam o aprendizado e a aquisição linguística

    [...] a variedade dos recursos linguísticos utilizados na configuração do tema lúdico, bem como o uso de gestos e de toda a expressão corporal, é sustentada pelos sinais[1], que permitem compor aspectos da brincadeira que não se encontram ancorados no brinquedo. (SILVA, 2002, p. 81)

    Seguir-se-á algumas sugestões para o brincar no mundo surdo em consonância às outras atividades educacionais relevantes e coletivas. A construção de materiais didático-pedagógicos, os recursos visuais como apoio aos jogos e brincadeiras não se restringe apenas à alunos com surdez, mas de modo geral, é possível trabalhar e brincar com todos simultaneamente, pois, o lúdico é indissociável independentemente se há ou não crianças com deficiência.

    1. JUSTIFICATIVA

    O projeto jogos recreativos e sensoriais, visa trabalhar de uma forma lúdica e da vivência, o estímulo ao raciocínio lógico e à criatividade, auxiliando as crianças no processo de construção da aprendizagem e exploração do mundo, enriquecendo assim experiências sensoriais e desenvolvendo habilidades. Construindo, transformando, instruindo a criança expressar sua afetividade, seu imaginário a se desenvolver intelectualmente.

    É a intenção desse projeto desenvolver todas essas capacidades, que proporcionam amplas possibilidades para as crianças compreenderem e transformarem a sua realidade, tanto no ambiente escolar como em seu cotidiano. Tendo em vista que, todos os tipos de jogos na educação infantil e no ensino fundamental, não podem ser vistos apenas como divertimento e brincadeiras, visando apenas o gasto de energia. Considera-se que os mesmos favorecem os desenvolvimentos físico, cognitivo, afetivo e principalmente a interação coletiva e o respeito pelos colegas, professores/alunos. Segundo Piaget, “o professor não ensina, mas arranja modos de a própria criança descobrir...” (PIAGET). Para crianças surdas, o mundo lúdico, as brincadeiras e os jogos populares e pedagógicos são de extrema importância para o seu desenvolvimento.
    Visando compreender em sentido mais amplo as questões referentes ao uso de jogos como estratégia didática na educação de surdos, tendo em vista os benefícios nos processos de formação dos sujeitos surdos, sobre isto destacamos o trecho abaixo:

    Os jogos favorecem o domínio das habilidades de comunicação, nas suas várias formas, facilitando a auto-expressão. Encorajam o desenvolvimento intelectual por meio do exercício da atenção, e também pelo uso progressivo de processos mentais mais complexos, como comparação e discriminação; e pelo estimulo à imaginação. Todas as vontades e desejos das crianças (ouvintes ou surdas) são possíveis de serem realizados através do uso da imaginação, que a criança faz através do jogo (GIOCA, 2001, p. 22). (Grifo nosso)

    Diante disto, consideramos que a prática pedagógica, aliada ao uso de jogos, pode proporcionar um aprendizado significativo e prazeroso aos educandos surdos, por meio do qual desenvolvam sua autonomia e criatividade, na participação em diferentes atividades lúdicas, desenvolvidas na perspectiva da percepção visual do mundo. Contribuindo para uma formação integral do sujeito, numa perspectiva de emancipação sócio-político-econômica. (OLIVEIRA, p.2-3)
    .
    Portanto, consideramos todas as atividades aqui propostas, como um “piloto” que norteará as práticas pedagógicas para o êxito e para o ensino-aprendizagem de todos os alunos de todas as séries/ciclos. Outras contribuições serão apresentadas e compartilhadas com o público através do blog “O Mundo Infantil: jogos e brincadeiras” destinado aos visitantes educadores e profissionais das áreas afins.



    [1] O termo “sinais” aqui referido são os léxicos utilizados na Libras, que “é dotada de uma gramática constituída a partir de elementos constitutivos das palavras ou itens lexicais e de um léxico (o conjunto das palavras da língua) que se estruturam a partir de mecanismos morfológicos, sintáticos e semânticos que apresentam especificidade mas seguem também princípios básicos gerais” (BRITO, p.5).

    3OBJETIVOS
    3.1.        GERAIS
      ·  Exercitar os sentidos da audição, da visão, do olfato, do paladar, do tato e da memória;
      ·    Atuar sobre os sentidos, proporcionando sensações agradáveis.

3.2.        ESPECÍFICOS

·         Socializar os jogos e brincadeiras no mundo infantil;
·         Incentivar a autonomia no comando das brincadeiras;
·         Induzir o desenvolvimento das percepções de modo coletivo;
·         Compreender os sentidos da expectativa e tolerância ao brincar;
·     Proporcionar a socialização dos alunos, surdos e ouvintes, de forma a compreender o outro com empatia, ações coletivas e democráticas.

4. METODOLOGIA

Todo o conteúdo será trabalhado de forma dinâmica e lúdica preservando o real sentido das brincadeiras assim como foram elaboradas e criadas. Um “banco de dados” será montado com todas as brincadeiras, jogos e recursos visuais disponíveis, confeccionados com materiais recicláveis ou não e de fácil acesso. Pretende-se num primeiro momento realizar as brincadeiras e/ou jogos, caracterizados com um figurino cômico, ou seja, de palhaço ou apenas com o rosto pintado, de modo a tornar divertida e atraente as brincadeiras. Essa apresentação ocorrerá em qualquer ambiente educacional e/ou cultural, podendo receber adaptações conforme o público alvo assistente. Respeitar-se-á as características originais das brincadeiras e o espaço utilizado pelo grupo durante a realização das atividades propostas.

Apresentaremos a seguir algumas ideias de atividades que podem ser realizadas na escola. Vale lembrar que todo e qualquer brinquedo ou brincadeira, deve manter um cuidado especial quanto à segurança da criança, preservando assim sempre a integridade física e respeitando o seu desejo.


5. SUGESTÕES DE BRINCADEIRAS E JOGOS SENSORIAIS TÁTEIS:

Deixar que as crianças brinquem com materiais diversos - areia, grama, pedrinhas, água, isopor, massinha, argila, etc, com o objetivo da manipulação de diferentes texturas. A criança poderá experimentar estes materiais separados ou misturados. Terão oportunidade de misturar com as mãos, encher baldes, esconder objetos no meio, enterrar as mãos ou os pés e etc.

5.1.        Trilha:

Montar uma trilha com superfícies de texturas variadas como papelão, tapete de retalhos, colchonete e carpete, almofadões, para que a criança ande sobre ela.

Exemplo: tapete confeccionado com diferentes materiais - ásperos, lisos, macio etc.



      5.2.  Caixinha de surpresa e surpresa Libras:



Expressão das emoções: Percepção tátil, coordenação motora, trabalhar a imaginação, conhecimento da fauna e flora.

Material: Caixa decorada com EVA e vários objetos (animais, material escolar ou do cotidiano).

Como trabalhar: Serão colocados vários objetos (com cheiro, formas diferentes, mole, duro, áspero, liso, etc.), cada qual por tema selecionado pelo educador, dentro da caixa. Solicitará a criança que coloque a mão na abertura da mesma para tatear o objeto e tentar adivinhar o que é falando ou sinalizando.

      6. SUGESTÕES DE BRINCADEIRAS E JOGOS PARA ESTIMULAÇÃO VISUAL:

6.1.  Garrafinhas d’água com conteúdo colorido: lantejoulas coloridas, sementes, botões clips, etc.

6.2.        Ligar e desligar a luz:



Adaptar uma chave no interruptor para regular a luminosidade. Brincadeiras com 
lanternas, fazendo sombras ou movimentos na parede ou chão.

6.3.        O mestre mandou[2] - imitando os animais:
Exemplo: O mestre mandou... “imitar borboletas”; “imitar o sapo”; etc. Assim as crianças vão imitando vários animais.



[2] Esta brincadeira também se chama: Meu mestre mandou, seu mestre mandou, Macaco Simão.


6.4.        Cabra cega[3]:
Escolher um local adequado para a brincadeira. “Tire a sorte” no par ou ímpar, no 0 (“zerinho”) ou 1 para ver quem será a cabra-cega. A cabra-cega deverá ter os olhos vedados com um lenço. Depois as crianças deverão rodar a “cabra-cega” e iniciar a brincadeira com as perguntas e respostas:

Todos: Cabra-Cega, de onde você veio?
Cabra-Cega: Vim lá do moinho.
Todos: O que você trouxe?
Cabra-Cega: Um saco de farinha.
Todos: Me dá um pouquinho?
Cabra-Cega: Não.

Todos então saem correndo e a cabra-cega deverá tentar pegar alguém. Quando conseguir ela deverá adivinhar quem é. Se acertar, a “presa” deverá ser a próxima “cabra-cega’, se errar a “cabra-cega” continua sendo a mesma de antes.


     7. SUGESTÕES DE BRINCADEIRAS E JOGOS PARA ESTIMULAÇÃO VISUAL DE ALUNOS SURDOS

O desafio atual na educação dos surdos tem sido buscar material visual que contribua para a aprendizagem da língua materna (língua de sinais) e posteriormente da escrita (língua portuguesa). As atividades propostas devem  oferecer aos alunos surdos a oportunidade de participar da aula, interagindo com os coleguinhas ouvintes, de modo que tenham acesso ao conteúdo e as brincadeiras e jogos de modo coletivo. Os recursos utilizados poderão ser cartões ou tabuleiros coloridos e com figuras para o ensino-aprendizagem do aluno em ambas as línguas.

7.1.        “Navegação legal”

Os alunos, surdos e ouvintes, através da “sorte” tirada pelos dados, iniciam a jogada por números movimentando as peças em forma de navio. Neste jogo os alunos, além de trabalhar a Matemática, a Geografia e o Português, aprenderão a Língua de sinais através dos desenhos expostos no tabuleiro. Somando todo este conteúdo, os alunos, trabalhar-se-á a coordenação motora, a percepção visual e tátil, além das expressões faciais e corporais e a aquisição das linguagens envolvidas coletivamente.



7.2.  Jogo da Memória:

Esta brincadeira está envolvida a memória de curto prazo e o raciocínio. Os alunos surdos (neste caso mais aguçado), assim como os ouvintes, possuem formas de aprendizagem, como: a cinestésica (manuseio de objetos concretos) e a visual (ilustrações, semiótica). Estas são extremamente importantes no ensino-aprendizagem dos educandos. Essa atividade “[...] dá aos alunos uma oportunidade única de conseguirem compreender nuances que seriam impossíveis a eles apenas através da escrita” (AZEVEDO).

Estimular a compreensão da criança neste jogo torna-se interativa e indispensável à aquisição da linguagem através da memorização “do seu cotidiano”. Os resultados para crianças visuais e cinestésicas em suas atividades escolares são significativas e visíveis.

7.3.  AlfaLibras

Este jogo envolve a aquisição da Língua portuguesa (L2) por alunos surdos em fase de letramento e alfabetização após a sua aquisição da língua materna (L1)[4]. Os alunos nesta interação conseguem aprender o alfabeto, as cores, os animais e os sinais de cada bicho, além de desenvolver a coordenação motora e visual. A forma de jogar ou brincar estas cartas vai depender da estratégia utilizada pelo docente em suas atividades de alfabetização e letramento.


[4]  (L1) Língua materna. Referimos aqui como a primeira língua da “...criança nascida no seio de uma família surda...” (CONDE e SOUSA, p. 404).


        7.4.        Elefantinho (dinâmica)

Essa dinâmica pode ser trabalhada tanto com crianças como adultos. Envolve interação, percepção visual, expressão facial e corporal. Como brincar?

Será formado um círculo com todos os envolvidos de pé. Uma pessoa ou criança irá comandar a dinâmica no meio do círculo. Todos estarão voltarão à atenção para esse “comandante” que caminhará próximo aos demais olhando nos olhos de cada um. Neste momento todos deverão estar atentos ao “apontar do dedo” do comandante. Exemplo: quando o comandante apontar o dedo para a pessoa, esta colocará as duas mãos fechadas, uma sobre a outra, diante a boca simulando uma tromba; as que estiverem do lado esquerdo e direito, levantarão seus braços simultaneamente colocando suas mãos abertas próximas à orelha, simulando assim as orelhas do elefante. O comandante fará isto como forma de pegadinha até que alguém erre e por sua vez saia do jogo.
  
8. SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA ESTIMULAÇÃO AUDITIVA E VISUAL:

8.1. Bandinha de instrumentos musicais como: pandeiro, flauta, violão, sanfona, tambor, triângulo, chocalhos, etc.

É possível confeccionar tambores com latas, chocalhos com latinhas de refrigerante e pedrinhas ou sementes para fazer sons diferentes. Podemos também:

 ·  Ensinar canções;
 · Ouvir e ver estilos musicais diferentes;
 ·  Variar o ritmo (vibração) de uma mesma música;
 ·  Gravar sons da natureza.

Observação:

Uma boa sugestão para trabalhar com a estimulação, e produzir um cd/DVD com sons, vídeos e/ou imagens diferentes como: trovão, moto, carro, campainha, telefone, vento, chuva, bebê chorando e sorrindo, vozes (vestuário) de homem, mulher (vestuário), sino, avião, mar, cachoeira, etc.

8.2.  Telefone sem fio[5]:

Os alunos sentam em fila ou em uma roda. Um inicia falando ao ouvido da criança ao lado uma palavra ou frase. As crianças deveriam passar adiante a palavra que foi falada, sempre falando baixinho para o amigo ao lado. A brincadeira termina quando a palavra chegava ao ultimo participante, que deveria falar em voz alta o que ouviu.


[5] É uma tradicional brincadeira popular que funciona assim: numa roda de muitas pessoas, quanto mais pessoas mais engraçado ela fica, o primeiro inventa secretamente uma palavra e fala - sem que ninguém mais ouça - nos ouvidos do próximo (à direita ou à esquerda). Assim, o próximo fala para o próximo e assim por diante até chegar ao último. (Ser criança hoje).

     8.3. Chicote Queimado[6]:
Um dos participantes esconde um objeto que os outros devem procurar. Quando estão longe ou perto do objeto, o participante que o escondeu deve dar dicas, dizendo se está “quente” (perto) ou “frio” (longe).


[6] Chicote-queimado primariamente é uma brincadeira em que uma criança tenta alcançar as outras batendo-lhes com um lenço enrolado em forma de chicote. (Wikipédia).

8.4.        Estátua[7]:
                                    
Para essa brincadeira é bom ter mais de 3 alunos. Será utilizado um aparelho de som e/ou um sinalizador de comando para a “parada”. Todos os alunos fazem um círculo, o professor como o mestre, controlando o som e/ou o sinalizador. Quando o mestre quiser, ele abaixará o volume ou o sinalizador e dirá "estátua" (para o aluno surdo abaixar o sinalizador significará “PARE”). Os alunos deverão ficar em posição de estátua sem se mexer e o mestre fará caretas e brincadeiras para ver quem se moverá primeiro. Não será permitido fazer cócegas. Quem se mexer ou rir primeiro paga uma “prenda[8]” e vai para o lugar do animador.

Observação:

Existem outros joguinhos sensoriais que podem ser feitos sempre com os olhos vendados. Podemos colocar uma venda nos olhos das crianças e elas deverão adivinhar (sinalizar) o cheiro de algum alimento. Ex. pimenta do reino, alho, limão, sal, chocolate, laranja, banana, etc.

Podemos também colocar a venda para as crianças sentir vários sabores e tentar adivinhar do que se trata. Exemplo: limão, açúcar, sal, etc.

Fazer barulhos (vibrar o tablado ou tapete) como: sino, violão, porta batendo, lata batendo, prato, despertador, batedeira, liquidificador, etc., para que a criança fale ou sinalize que objeto é.


[7] Como muitas cantigas e brincadeiras, ela não tem uma origem certa, mas ao que se sabe, já era jogada desde o início do século XX. Provavelmente já vem de outros tempos. Há algumas variações da brincadeira, como a “Batata Frita 1, 2, 3″. (Sempre Tops).

[8] Brindes distribuídos aos vencedores de brincadeiras nas festas juninas; “punição” em brincadeiras infantis. (inFormal).

9. ESQUEMA CORPORAL:

9.1. Jogos e brincadeiras variadas que podemos trabalhar com as crianças para movimento corporal. Bolinhas coloridas, pular bambolê, correr cones e pular bambolê, escorregador, etc.

9.2. Jogos simbólicos - Mundo do Faz de Conta.


        1.     REFERENCIAS



BRASIL. Parâmetros Curriculares de Nacionais.

BRITO, Lucinda Ferreira. Estrutura Línguítica da Libras. In A Língua brasileira de sinais. Disponível em: http://www.artelibras.com.br/ewadmin/download/Gramatica_da_Libras.pdf

CEV. Contribuição Cultural dos Jogos. Disponível em: http://cev.org.br/biblioteca/a-contribuicao-cultural-dos-jogos-ambito-escolar

CONDE e SOUSA, Joana Rita da Silva. Crescer bilingue: As crianças ouvintes filhas de pais surdos. EXEDRA – Revista Científica ESEC, Português: Investigação e Ensino Número temático -dezembro 2012.

DAMASCENO, Milaré, oliveira,marques o uso de jogos e brincadeiras no desenvolvimento da lateralidade e estímulo de sentidos

FREIRE, J.B. Educação de corpo inteiro. São Paulo: Scipione, 1992.

KISHIMOTO, T. M. O jogo e a educação infantil. São Paulo; Pioneira, 1992.

OLIVEIRA, Emanoelly Caldas de. Jogos na Educação de Surdos: proposta de uso de objetos de aprendizagem. V Epeal – Pesquisa em Educação em Educação: Desenvolvimento, Ética e Responsabilidade Social. ISSN 1981 – 30. Disponível em: http://dmd2.webfactional.com/media/anais/JOGOS-NA-EDUCACAO-DE-SURDOS-PROPOSTA-DE-USO-DE-OBJETOS-DE-APRENDIZAGEM.pdf

PIAGET, Jean. Frases. Disponível em: http://www.projetospedagogicosdinamicos.com/piaget.html

SILVA, Daniele Nunes Henrique. Como brincam as crianças surdas. – São Paulo: Plexus Editora, 2002.

VYGOTSKY, L. S. (1979) – Pensamento e linguagem. Lisboa: Edições Antídoto.

_____. A Formação Social da Mente: desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. : organizadores Michael Cole ... [et al.] : - 6ª ed.  – São Paulo : Martins Fontes, 1998. Pg. 121-137
  
2.     BLOGS E SITES:
  

Blog do Grupo “Educação do Corpo e do Movimento”. Jogos e Brincadeiras. Disponível em: http://www.omundoinfantiljogosebrincadeiras.blogspot.com.br/

Brincadeiras antigas e nosso folclore. Disponível em: http://resgatandonossofolclore.blogspot.com.br/2010_01_01_archive.html



Wikipédia. Chicote queimado. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Chicote-queimado

Educando Surdos. Fichas para jogo das sílabas. Disponível em: http://libraseducandosurdos.blogspot.com.br/2011/01/fichas-para-o-jogo-das-silabas.html


Dicionário inFormal. Prenda. Disponível em: http://www.dicionarioinformal.com.br/prenda/


Sempre tops. Diversão e brincadeira. Estátua. Disponível em: http://www.sempretops.com/diversao/brincadeira-estatua/


Significados. Cabra cega. Disponível em: http://www.dicionarioinformal.com.br/cabra-cega/












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